Eu me chamo Antônio

Olá, Pessoal! Conhecem o Antônio? Ops, o Pedro Gabriel? Adoro sua arte e poesia. Sou fã declarada!

Conheci Eu me chamo Antônio, de Pedro Gabriel, quando era apenas uma página no Facebook, lá no finzinho de 2012.

Naquela época, o artista por trás dos guardanapos era anônimo. E essa áurea de mistério envolvia os fãs… Seria ele paulista ou carioca? Seria ele tímido? Famoso por outros motivos? Solteiro?

Lembro de certa vez que ele publicou que estava no metro e que duas garotas por perto conversavam sobre a página dele. Fiquei pensando: uau, podia ser eu ao lado dele no metro!

Sim, eu queria saber quem era o talentoso artista. But, no problem. O que eu queria mesmo era ler seus pensamentos rabiscados em guardanapos, curtir sua poesia, simples e complexa, seu jogo de palavras. Sempre muito inteligente e sensível.

Eu, apaixonada por poesia, me apaixonei por Eu me chamo Antônio depois de apenas alguns guardanapos.

Mas para o bem geral de todos, os guardanapos foram alcançando mais gente, o autor acabou se revelando, e por fim, um livro surgiu.

E lá estava eu, feliz e radiante, adquirindo o meu exemplar, com direito a autógrafo! A leitora Alaisa também estava junto.

Os Livros que vivi-EumechamoAntonio

Noite de Autógrafo, Shopping Pátio Paulista, 03 de dezembro de 2013

O livro reúne muitos dos guardanapos produzidos, e é separado por categorias, quase contando uma história.

Na minha estante, costumo ir trocando as frases de acordo com o momento que estou vivendo. É decoração, é poesia, é lindo!

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“Você tem dívidas intermináveis, brigas desnecessárias, amores incompreensíveis mas tem também uma esperança inesgotável”

E aí, curtem a poesia e arte do Eu me chamo Antônio? Qual o guardanapo preferido? Compartilhem com a gente!

Sinopse
Antônio é o personagem de um romance que está sendo escrito e vivido. Frequentador assíduo de bares, ele despeja comentários sobre a vida — suas alegrias e tristezas — em desenhos e frases escritas em guardanapos, com grandes doses de irreverência e pitadas de poesia. Antônio é perito nas artes do amor, está sempre atento aos detalhes dos encontrosIMG-20160406-WA0009 e desencontros do coração. Quando está apaixonado, se sente nas nuvens e nada parece ter maior importância, e, quando as coisas não saem como esperado, é capaz de enxergar nas decepções um aprendizado para seguir adiante. Do balcão do bar, onde Antônio se apoia para escrever e desenhar, ele vê tudo acontecer, observa os passantes, aceita conversas despretensiosas por aí e atrai olhares de curiosos. Caso falte alguém especial a seu lado (situação bastante comum), Antônio sempre se acomoda na companhia dos muitos chopes pela madrugada. A mente por trás de Antônio é Pedro Gabriel. Em outubro de 2012, ele inaugurou a página Eu me chamo Antônio no Facebook para compartilhar o que rabiscava com caneta hidrográfica em guardanapos nas noites em que batia ponto no Café Lamas, um dos mais tradicionais bares do Rio de Janeiro. Em seu primeiro livro, Pedro apresenta histórias vividas por seu alter ego, desde a cuidadosa aproximação da pessoa desejada, o encantamento e a paixão, até o sofrimento provocado pela ausência e a dor da perda. Os guardanapos que inspiram milhares de pessoas na internet.

Ficha Técnica
Eu me chamo Antônio
Autor: Pedro Gabriel
Editora: Intrínseca
Pág: 192
Ano: 2013
ISBN: 9788580574357

>>>O Segundo – Eu Me Chamo Antônio foi lançado em novembro de 2014, mas ainda não o tenho. Certo alguém disse que me daria de presente, e até agora nada. Continuo no aguardo! Enquanto isso, vou acompanhando a page no Facebook e revendo o meu livro.<<<

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IMG_20160131_131329Alessandra Correa,  chegando aos 30, é apaixonada por sobrinhos, livros, Londres, música, séries e chocolate. Sempre com um livro em mãos, adora falar sobre aqueles que marcaram sua vida. E tem como paixão e dom transformar palavras em histórias e poesias, algumas divulgadas aqui: www.momentoempalavra.blogspot.com
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5 pensamentos sobre “Eu me chamo Antônio

    • Oi, Val!!!! Que bom que deixou sem comentário por aqui (o primeiro do blog, que privilégio, hein? rsrs)

      Sabe, durante muito tempo eu evitei escrever nas páginas dos livros… mas com o tempo, os meus pensamentos se faziam necessários, minha interação com o livro também. Perdi a compostura! rsrs

      Sobre os clipes, eles acabam marcando mesmo… but, foi a forma que achei para deixas minhas frases preferidas à mostra rsrsrs 🙂

      Acabei de voltar do seu blog!!! Parabéns, adorei!!! E espero que logo encontre uma ideia para um bom livro (item 31).

      Curtido por 1 pessoa

  1. Pingback: Os primeiros de 2017 | Os Livros que Vivi

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